terça-feira, 12 de maio de 2009
Cincos estados norte-americanos já reconhecem o casamento gay
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Projetos LGBTs serão votados na Câmara Municipal de Salvador
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Vermont é o quarto estado norte-americano que aprova a união civil homoafetiva
terça-feira, 7 de abril de 2009
GGB apresenta dicas para aprovação dos projetos de lei voltados para o público LGBT
ESTRATÉGIAS PARA APROVAÇÃO DE PROJETOS DE LEI PRO-GLTB EM NÍVEL MUNICIPAL, ESTADUAL E FEDERAL
1. Priorizar projetos mais abrangentes e menos polêmicos, informando no texto as leis semelhantes já aprovadas em outros Estados: Projeto de Lei punindo a Homofobia, Projeto de Utilidade Pública para a ONG GLBT, Projeto declarando Dia da Consciência GLBT, Projeto declarando Dia Contra a Homofobia, Projeto reconhecendo direitos previdenciários aos funcionários LGBT, etc;
2. O projeto deve estar impecável, no conteúdo, terminologia e constitucionalidade, para evitar sua desqualificação formal;
3. Fazer o mapeamento dos parlamentares aliados, simpatizantes, neutros e contrários, com assinatura em lista dos que garantem apoio ao projeto, contatando a liderança dos partidos para que apóiem e estimulem seus filiados a votarem a nosso favor;
4. O parlamentar que for apresentar o projeto de lei deve ter ampla assessoria das lideranças GLBTs locais, de preferência pertencendo à coligação partidária majoritária ou, no caso de ser oposição, que tenha bom trânsito junto a todos os demais partidos;
5. Os lideres da militância local devem contatar pessoalmente e distribuir previamente o texto do projeto a todos os parlamentares, esclarecendo seu conteúdo e dirimindo as dúvidas com os assessores, secretarias e com o próprio parlamentar, destacando casos mais graves de homofobia na localidade;
6. Publicar na imprensa local algum artigo salientando a importância do projeto na garantia dos direitos humanos, comparando sempre com leis já aprovadas para os negros, mulheres e demais minorias sociais;
7. Para os parlamentares contrários, mostrar depoimentos de evangélicos que apóiam e votaram a favor dos direitos GLTB;
8. Fazer um abaixo assinado de apoiadores do projeto, incluindo “vips”: políticos, intelectuais, jornalistas, artistas, religiosos, etc e divulgar na mídia e entre os parlamentares;
9. Estar informado com antecedência qual o dia e horário da votação do projeto e convidar o máximo de GLBTs e simpatizantes para garantir presença, portando faixas e cartazes no plenário, discutindo previamente estratégia de enfrentamento dos opositores;
10. Só apresentar o projeto para votação quando tiver o compromisso de apoio de mais da metade dos parlamentares.
Caso você tenha sugestões, acréscimos, correções e críticas construtivas, favor divulgar!
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Projeto contra homofobia é reprovado na Câmara de vereadores de Manaus
sábado, 4 de abril de 2009
Suécia aprova união civil homossexual
sexta-feira, 27 de março de 2009
Projeto de união civil homossexual é reformulado e encaminhado para a Câmara dos Deputados
O projeto de lei nº 4914/2009 que regulamenta a união civil entre pessoas do mesmo foi reformulado no dia 11 de março. Desse modo, foi protocolado e segue para a Câmara dos Deputados. Desde 1995, o projeto foi criado pela ex-deputada Marta Suplicy, mas permanecia arquivado no Congresso Brasileiro.
Caso o projeto seja aprovado em todas as comissões da Câmara dos Deputados, será encaminhado ao plenário.
A iniciativa é da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT) em parceria com o Projeto Aliadas e da Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT.
Confira abaixo o texto na íntegra:
Câmara dos Deputados
Projeto de Lei nº 4.914 de 2009.
(Dos Srs. e Sras., Deputado José Genoino; Deputada Raquel Teixeira; Deputada Manuela D’Ávila; Deputada Maria Helena; Deputado Celso Russomanno; Deputado Ivan Valente; Deputado Fernando Gabeira; Deputado Arnaldo Faria de Sá; Deputada Solange Amaral; Deputada Marina Maggessi; Deputado Colbert Martins; Deputado Paulo Rubem)
Altera a Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 - Código Civil.
O Congresso Nacional decreta:
Art. 1º - Esta lei acrescenta disposições à Lei 10.406, de 10 de janeiro de 2002 – Código Civil, relativas à união estável de pessoas do mesmo sexo.
Art. 2º - Acrescenta o seguinte art. 1.727 A, à Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, Código Civil.
“Art. nº 1.727 A - São aplicáveis os artigos anteriores do presente Título, com exceção do artigo 1.726, às relações entre pessoas do mesmo sexo, garantidos os direitos e deveres decorrentes.”
Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Justificação
Os relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo, denominados pela jurisprudência de homoafetivos, são uma realidade jurídica que têm contornos cada vez mais nítidos no Brasil.
Em vista da ausência de norma legal elaborada pelo Legislativo, o cidadão procura em outro Poder da República – no caso, o Judiciário - a necessária concretização de um dos seus Direitos da Pessoa Humana, ou seja, ter reconhecido o seu direito inalienável a se relacionar afetivamente e que este relacionamento gere efeitos jurídicos próprios, decorrentes de seu reconhecimento legal ou judicial.
A ausência de regulamentação do fato social em questão, a União Homoafetiva, induz a uma “fuga” de direitos e deveres que são próprios e característicos dos relacionamentos afetivos como, por exemplo, na conjunção de esforços para a construção do relacionamento, que atualmente não gera obrigações e deveres, muito menos direitos para qualquer dos envolvidos e/ou terceiros.
A omissão legislativa gera profunda perplexidade no tecido social, sendo esta cotidianamente resolvida por via Judicial.
Países de todos os continentes têm se debruçado na matéria e produzido regulamentações positivas sobre o tema, incluindo nossos vizinhos da América Latina, motivo pelo qual não há mais condições objetivas para que o assunto não seja pautado e votado no Congresso Nacional.
A proposta descrita regula os direitos e contempla os deveres e as obrigações mútuas dos que se relacionam homoafetivamente, na base do imperativo constitucional da igualdade e do tratamento isonômico; excetuando o contido no artigo que refere ao casamento (Art. 1726).
A presente matéria não contém inconstitucionalidade, nem injuridicidade, pois está apenas normatizando a vasta jurisprudência acumulada nos Tribunais, que têm entendido a aplicação da analogia e da equidade como a melhor forma de preencher o vácuo legal sobre o tema.
Não há criação de novo Instituto Legal, sendo reconhecida no ordenamento normativo da mesma forma como já reconhecida no repertório jurisprudencial, sendo tratada como uma União Estável para todos os fins de Direito.
A presente proposta legislativa carece de normas regulamentadoras posteriores à aprovação da matéria, posto que esta seja regulada pelas normas já existentes, capituladas no Código Civil e/ou em normas esparsas, de entendimento consolidado e continuado nos Tribunais.
Sala das Sessões, em 11 de março de 2009.
terça-feira, 24 de março de 2009
Evangélicos derrubam projeto em favor de entidade LGBT em Curitiba
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Deputada lança projeto para que os homossexuais possam doar sangue
Caso o projeto seja aprovado pelas comissões necessárias, deverá ser regulamentado pelo Poder Executivo em até 90 dias. Ao ser sancionado pelo Executivo, os laboratórios são obrigados a não perguntar a orientação sexual dos doadores.
Sueli Vidigal justifica o projeto por haver muitos pacientes que necessitam de bolsas de sangue todos os dias no Brasil. Além disso, ressalta que a determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) em proibir a doação de sangue por homossexual é “preconceituosa, preocupante e insustentável”.
Em novembro do ano passado, a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros (ABGLT) enviou uma carta para Pedro Ivo Sebba Ramalho, diretor da ANVISA, com a mesma finalidade da deputada, ou seja, tratar da proibição da doação de sangue por homossexuais.
"O que deve ser observado nos locais de coleta é a qualidade do sangue a ser doado", concluiu a deputada.
sábado, 20 de dezembro de 2008
A lei nos protege?
Com base em pesquisa realizada pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), o Brasil é o país da América do Sul que mais acontece crimes anti-homossexuais com cerca de 130 casos registrados até outubro desse ano. As tabelas abaixo destacam essas estatísticas.
Enquanto o Grupo Arco-íris de cidadania LGBT promove um abaixo-assinado no site Não Homofobia para a execução do projeto de lei que criminaliza a homofobia em todo o país (PLC 122/2006), o que reduziria esses altos índices de mortes homossexuais, gays, lésbicas, travestis e transexuais convivem com o risco diário de sofrerem agressões física e verbal de cunho homofóbico.
As leis envolvendo ações em favor dos homossexuais dificilmente são aprovadas no Congresso Brasileiro. O projeto de lei número 1151 que regulamenta a união civil entre pessoas do mesmo sexo continua arquivada há 13 anos. Fora isso, companheiros de uniões homoafetivas ganharam o direito a serem dependentes no INSS. Algo muito positivo para nós, só que ainda é muito pouco.
O projeto de lei que regulamenta o direito de casais homossexuais em declarar o companheiro como dependente está prevista para ser sancionada no próximo ano. Vamos torcer para que realmente aconteça.
O beijo gay, mais uma vez, provocou polêmica nos meios de comunicação. O caso dos estudantes da USP retomou a discussão sobre esse assunto. Inclusive, o prefeito do Rio de Janeiro, César Maia, sancionou um decreto que pune os estabelecimentos que forem preconceituosos em relação à orientação sexual do indivíduo. Essa lei foi assinada em novembro e só é válida no Rio de Janeiro, prometendo expandir para outros estados.
Por isso, questiono se a lei nos protege em relação à sociedade preconceituosa. Vamos torcer para que o próximo ano seja melhor em relação à obtenção de direitos LGBT.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Deputados aderem à campanha não homofobia
O Senador José Nery (PSOL-PA) destacou que alguns grupos políticos impedem a aprovação do PLC 122/2006, mas é fundamental que esse seja aprovado para a construção de uma sociedade mais democrática e pluralista. “Este projeto de lei que criminaliza a homofobia no Brasil tem sido violentamente criticado pelos setores fundamentalistas desta casa. Devemos reverter esta situação e transformar esta casa em parlamento mais plural e que respeita toda a diversidade da população brasileira”, diz.
Enquanto isso, o Senador Geraldo Mesquita (PMDB-AC) afirma que a sociedade, de certa forma, é cúmplice da violência contra os homossexuais. “Eu fico perplexo quando observo que a população LGBT ainda sofre violência por sua orientação sexual e identidade de gênero. Sinto que é uma espécie de autorização tácita por parte de nossa sociedade e dos governos que se violente mulheres, travestis e homossexuais. O Congresso nacional é uma caixa de ressonância do conservadorismo social. E Estamos aqui para mudar esta realidade”, ressalta.
As deputadas federais Jô Moraes (MG), Fátima Bezerra (PT-RN), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Cida Diogo (PT-RJ), Maria Helena (PSB/RR) e os senadores Senadora Fátima Cleide (PT-RO), Geraldo Mesquita (PMDB-AC), Senador José Nery (PSOL-PA) também demonstraram apoio à campanha.
O projeto de lei também tem parceria com a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT), Articulação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA), Frente Parlamentar Pela Cidadania LGBT no Congresso Nacional, Grupos LGBT de todo o Brasil e dos portais Disponível, Acapa e Mix Brasil.
A Coordenadora no Senado Federal da Frente Parlamentar Pela Cidadania LGBT Serys Slhessarenko (PT-MT) destaca que “descortinar e exterminar a homofobia é uma tarefa difícil. Penso que devemos instituir uma espécie de ‘intoleranfobia’, pois devemos repudiar veementemente qualquer tipo de discriminação. Por isso, acredito no PLC 122/06 como um garantidor da cidadania plena dos LGBT”, conclui.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Campanha contra a homofobia é lançada em Brasília
Quem não participou do abaixo-assinado, acesse o site http://www.naohomofobia.com.br/ e deixe sua assinatura lá. Vamos dizer NÃO à homofobia!
Outras informações no site abaixo
http://www.naohomofobia.com.br/noticias/mostraNoticia.php?Section=5&id_content=375
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Vamos dizer não à homofobia
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Congresso argentino aprova projeto de lei favorável aos homossexuais
Sem dúvida, é um passo muito importante para o grupo que precisa de reconhecimento social e direitos civis, fato que ainda não ocorre em países como o Brasil.
Outras informações no link ao lado: http://mixbrasil.uol.com.br/mp/upload/noticia/11_101_68614.shtml
Fonte: Site Mix Brasil
