Em menos de 10 dias, três travestis foram assassinadas em Curitiba. No dia 27 de abril, a travesti Juliana foi morta a tiros numa região conhecida como Trevo do Atuba. Após uma semana, outra travesti foi encontrada assassinada no mesmo local. No último dia 6, a terceira vítima foi assassinada no centro da cidade. A Polícia Militar já está investigando os caso. O delegado Hamilton da Paz, da Delegacia de Homicídios, trabalha com a hipótese que os assassinatos possuem algum tipo de ligação, mas essa não é a única possibilidade.
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quarta-feira, 13 de maio de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Homossexual é agredido por skinheads em Curitiba
Um estudante de Ciências Sociais da Universidade Federal do Paraná (UFPR) foi agredido por um grupo de skinheads no último dia 23 numa região conhecida como Alto da XV em Curitiba. Em depoimento à Polícia Militar, o jovem contou que o grupo de agressores era formado por aproximadamente 10 homens, com cabelos raspados e usavam suspensórios e coturnos. O rapaz terá que passar por uma cirurgia facial devido à agressão que sofreu.
Segundo o grupo Dignidade GLBT, os casos de homofobia têm aumentado na cidade nos últimos meses. Desde novembro do ano passado, o Centro de Referência João Antônio Mascarenhas - instituição que presta auxílio sócio-psicológico e jurídico aos homossexuais - registrou 75 casos de agressões contra lésbicas, gays e travestis do estado do Paraná. Devido ao crescimento de casos de agressões contra homossexuais e travestis, o Dignidade produziu um informativo para orientar os gays e travestis de que modo reagir em casos de ameaça de agressão. Abaixo, alguns conselhos encontrados na cartilha:
* Evite ficar sozinho em locais onde homossexuais e travestis são atacados com frequência.
* Sempre saia em grupo de bares e boates GBLT. Se sair sozinho, pegue um táxi ou entre no ônibus o mais rápido possível.
* Se você achar que está sendo perseguido, corra. Nunca subestime esta ameaça, por mais que ela realmente não exista.
* Se perceber que alguém está seguindo você, afaste-se o máximo possível desta pessoa. Ande no meio da rua, onde será visto por outros pedestres, ou entre em um lugar movimentado.
* Se alguém o insultar, não responda.
* Se for atacado, grite. O grito não só chama a atenção de outras pessoas, como pode impedir a agressão.
* Se você cair durante o ataque, proteja a cabeça entre os braços e as pernas e tente se levantar o mais rápido possível.
Segundo o grupo Dignidade GLBT, os casos de homofobia têm aumentado na cidade nos últimos meses. Desde novembro do ano passado, o Centro de Referência João Antônio Mascarenhas - instituição que presta auxílio sócio-psicológico e jurídico aos homossexuais - registrou 75 casos de agressões contra lésbicas, gays e travestis do estado do Paraná. Devido ao crescimento de casos de agressões contra homossexuais e travestis, o Dignidade produziu um informativo para orientar os gays e travestis de que modo reagir em casos de ameaça de agressão. Abaixo, alguns conselhos encontrados na cartilha:
* Evite ficar sozinho em locais onde homossexuais e travestis são atacados com frequência.
* Sempre saia em grupo de bares e boates GBLT. Se sair sozinho, pegue um táxi ou entre no ônibus o mais rápido possível.
* Se você achar que está sendo perseguido, corra. Nunca subestime esta ameaça, por mais que ela realmente não exista.
* Se perceber que alguém está seguindo você, afaste-se o máximo possível desta pessoa. Ande no meio da rua, onde será visto por outros pedestres, ou entre em um lugar movimentado.
* Se alguém o insultar, não responda.
* Se for atacado, grite. O grito não só chama a atenção de outras pessoas, como pode impedir a agressão.
* Se você cair durante o ataque, proteja a cabeça entre os braços e as pernas e tente se levantar o mais rápido possível.
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terça-feira, 24 de março de 2009
Evangélicos derrubam projeto em favor de entidade LGBT em Curitiba
A vereadora de Curitiba Professora Josete (PT) idealizou o projeto de Lei que dá à Associação Paranaense da Parada da Diversidade o título de entidade de utilidade pública. Mas, a iniciativa não passou do papel. Isso porque os parlamentares que integram a Igreja Evangélica se mobilizaram contra a ação e conseguiram derrubar o projeto na última segunda (23/03). Eles alegaram que "não podem votar a favor de um projeto que beneficiaria uma instituição que tem na Parada Gay sua principal atividade". Os evangélicos disseram ainda que "a instituição não é condizente com a moral e os bons costumes da sociedade curitibana.
Se o projeto fosse aprovado, a entidade LGBT poderia inserir projetos e convênios com o poder público, além de ter isenção na taxa de alvará de funcionamento.
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segunda-feira, 16 de março de 2009
Curitiba sedia encontro sobre homofobia nas escolas
Durante os dias 18 e 19 de março, Curitiba vai sediar o encontro Regional de Formação Projeto Escola sem Homofobia que terá como tema o combate à homofobia nas escolas de todo o país. O evento é financiado pelo Ministério da Educação e será apenas um das programações em relação ao assunto.
O projeto pretende percorrer outras capitais brasileiras como São Paulo, Brasília, Belém e Salvador. A reunião vai servir para os palestrantes e participantes apontarem soluções para combater a homofobia nas escolas, além de criar materiais didáticos voltados para que o corpo docente possa lidar com o assunto.
Para participar da reunião, você deve enviar um e-mail para igomartini@gmail.com. O encontro vai ocorrer no Hotel Caravelle Palace, situado na Rua Cruz Machado 282, Centro, Curitiba. Para saber outras informações, ligue para o Centro Paranaense de Cidadania (CEPAC) (41) 3232-1299.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Encontro discute estratégias de redução de DSTs entre gays e HSHs
Ativistas LGBTs de todo o Brasil se reuniram na semana passada em Curitiba para construir diretrizes e planos de ações voltadas para a redução da epidemia do HIV/AIDS e das outras DST’s entre os gays e os HSHs (homens que praticam sexo com homens). Desse modo, o principal objetivo deste encontro é intensificar estratégias estaduais e municipais.
O projeto foi realizado pela Associação Paranaense da Parada da Diversidade (APPAD), em parceria com o Grupo Somos de Porto Alegre (RS); o Movimento Gay de Alfenas (MG); o Movimento Gay Leões do Norte de Recife (PE); o Grupo Liberdade Igualdade e Cidadania Homossexual de Feira de Santana (BA); o Grupo Homossexual do Pará, de Belém (PA); a Associação de Travestis e Transexuais de Mato Grosso do Sul (ATMS) e a Secretaria da região Sudeste da ABGLT – Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (Belo Horizonte-MG).
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