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sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Brilho e glamour nos concursos gays


Fundado pelos mesmos organizadores do site Mix Brasil, o concurso Mister Brasil Gay surgiu no segundo semestre de 2007 e segue com o lema semelhante ao do concurso internacional: “Desmistificar os estereótipos”. Em 2008, o concurso brasileiro teve a participação de 18 homossexuais disputando o cargo de Mister Brasil Gay do ano. A disputa foi acirrada entre 16 jovens, pois dois desistiram, mas o vencedor foi o representante de Goiás, Marcos Grabowski.

Já o concurso Miss Brasil Gay elegeu a representante de Pernambuco Lizandra Brunelly, nome artístico do maquiador Luciano Paradella. Além desse título, a candidata já tinha conquistado os concursos de Miss Mundo 2005 e Miss Universo 2007. O evento foi realizado no dia 16 de agosto em Juiz de Fora, Minas Gerais. As 27 misses desfilaram no palco do Cine-Theatro Central e o que diferenciou a escolhida dentre as demais foi a simpatia e a criatividade.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Militares presos nos armários das corporações


Para aqueles que ainda não sabem, o Exército Brasileiro é bastante taxativo quando o assunto é homossexualidade nas corporações. Para a instituição, “a homossexualidade e a atividade militar são incompatíveis”. Algo sem fundamento, pois os gays podem exercer funções militares sem representar problemas para a instituição.

O caso de Laci Marinho e Fernando Alcântara, casal de sargentos gay que assumiu a união homoafetiva durante entrevista à revista Época, gerou a discussão desse assunto na mídia. Laci, após as afirmações feitas nas revistas e programas de televisão, foi julgado e condenado a pagar seis meses de reclusão em regime fechado. Inclusive, Fernando lançou um livro no qual narra a sua história com Laci no exército brasileiro.

Em Salvador, o caso do tenente da Polícia Militar Ícaro Nascimento também trouxe a discussão da participação de homossexuais em organizações militares. O site do jornal Correio da Bahia promoveu um fórum onde os internautas podiam opinar sobre o assunto. Tive o privilégio de participar desse fórum e observei que as declarações das pessoas são bastante divergentes. Enquanto existem homossexuais em todos os setores da sociedade, inclusive no militarismo, alguns indivíduos ainda insistem que gays são seres “anormais”. Ainda proferem bobagens como que a homossexualidade é uma prática satânica ou um ato de pederastia.

O fato é que, enquanto for mantido o preconceito nas instituições militares, muitos gays permanecem enrustidos somente para atender as exigências da atividade militar. Alguns adquirem coragem para se assumir e sofrer as punições, mas a maioria ainda está escondida no armário e não pensa em sair. Lamentável que muitos homossexuais tenham que reprimir seus desejos para realizar o sonho de ser militar...

sábado, 20 de dezembro de 2008

A lei nos protege?

O artigo 3º da Constituição Federal destaca que: “constituem-se objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”. Então, não há nenhuma lei que proíba o direito dos indivíduos em manifestar a orientação sexual, seja esta pelo sexo oposto ou pelo sexo igual. Apesar disso, os crimes anti-homossexuais aumentaram em todo o país, principalmente na região nordeste. É interessante citar que o risco de um homossexual ser assassinado no Nordeste é 85% maior se comparado com um gay ou lésbica da região Sul e Sudeste. Em todo o Brasil, mais de 130 homossexuais foram mortos somente este ano.


Com base em pesquisa realizada pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), o Brasil é o país da América do Sul que mais acontece crimes anti-homossexuais com cerca de 130 casos registrados até outubro desse ano. As tabelas abaixo destacam essas estatísticas.

Enquanto o Grupo Arco-íris de cidadania LGBT promove um abaixo-assinado no site Não Homofobia para a execução do projeto de lei que criminaliza a homofobia em todo o país (PLC 122/2006), o que reduziria esses altos índices de mortes homossexuais, gays, lésbicas, travestis e transexuais convivem com o risco diário de sofrerem agressões física e verbal de cunho homofóbico.

As leis envolvendo ações em favor dos homossexuais dificilmente são aprovadas no Congresso Brasileiro. O projeto de lei número 1151 que regulamenta a união civil entre pessoas do mesmo sexo continua arquivada há 13 anos. Fora isso, companheiros de uniões homoafetivas ganharam o direito a serem dependentes no INSS. Algo muito positivo para nós, só que ainda é muito pouco.

O projeto de lei que regulamenta o direito de casais homossexuais em declarar o companheiro como dependente está prevista para ser sancionada no próximo ano. Vamos torcer para que realmente aconteça.

As transexuais ganharam o direito à realização de cirurgia de mudança de sexo neste ano. Em junho, o ministro da saúde José Gomes Temporão declarou a portaria favorece quase 30 mil pessoas que sofrem desse transtorno psicológico onde o sexo de nascimento não corresponde ao sexo de identificação. Só falta agora as travestis e transexuais obterem o direito de serem designadas no gênero feminino, o correto para ambas.

O beijo gay, mais uma vez, provocou polêmica nos meios de comunicação. O caso dos estudantes da USP retomou a discussão sobre esse assunto. Inclusive, o prefeito do Rio de Janeiro, César Maia, sancionou um decreto que pune os estabelecimentos que forem preconceituosos em relação à orientação sexual do indivíduo. Essa lei foi assinada em novembro e só é válida no Rio de Janeiro, prometendo expandir para outros estados.

Por isso, questiono se a lei nos protege em relação à sociedade preconceituosa. Vamos torcer para que o próximo ano seja melhor em relação à obtenção de direitos LGBT.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Sexualidades sob novos olhares


Sem dúvida, esse ano nos trouxe novos olhares acerca das sexualidades humanas. Várias foram as mídias que enfocaram essa temática em Salvador e em outras capitais brasileiras, perpassando do cinema, fotografia e conferências estaduais e nacionais.

Foi assim que se iniciou uma abordagem jamais feita sobre a homossexualidade. Nesse sentido, a mostra Possíveis Sexualidades reuniu filmes e documentários produzidos no Brasil, Argentina e Espanha, trazendo assuntos como a homo, bi e transexualidade. Isso sem reproduzir estereótipos e imaginários negativos no que diz respeito ao universo LGBT.

Além dessas obras cinematográficas, duas exposições destacaram o brilho dos transgêneros para a capital baiana. As mostras fotográficas Boneca Sai da Caixa e Trans registros de um redesenho mútuo abordaram o mundo dos travestis em imagens que revelam a beleza e a alegria dessas personagens fundamentais para a existência de uma sociedade sexualmente diversificada e democrática.

Ocorreu também durante os dias 24 e 26 de abril desse ano, a I Conferência LGBT na Bahia, precursora da Conferência Nacional. Nesse período, representantes de órgãos voltados para os direitos homossexuais discutiram várias temáticas e reivindicações como a aplicação da lei número 1151, o direito à adoção de crianças por casais gays e lésbicas, o espaço dessas identidades dentro do cenário político atual e o projeto de lei que criminaliza a homofobia.

O XV Entlaids (Encontro Nacional de Travestis e de Transexuais que atuam no combate à AIDS) reuniu cerca de 200 pessoas entre travestis e transexuais masculinos e femininos. O evento ocorreu nos dias 14 a 18 de setembro em Salvador e teve várias discussões relacionadas ao universo dos transgêneros.

Além disso, no fim do mês de setembro e início do de outubro, ocorreu no Rio de Janeiro a Mostra Gay. Esse evento exibiu produções audiovisuais que abordam a homossexualidade e os outros assuntos relacionados à temática. Com certeza, a mostra abordou o universo LGBT de forma semelhante ao Possíveis Sexualidades, evento realizado em Salvador.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Homofobia bate recorde na Bahia e no Brasil em 2008

Segundo dados do Grupo Gay da Bahia (GGB), o Brasil e a Bahia estão em primeiro lugar nos casos de homofobia nos últimos dois anos. Enquanto em 2007, 18 homossexuais foram assassinado; em 2008, esse número já ultrapassou o ano anterior com 22 gays, lésbicas e travestis. O que poucos sabem é que a homofobia não é apenas o ato de agressão física ou homicídio. O ex-presidente do GGB, Marcelo Cerqueira, conta que a homofobia “necessita ser compreendida também como violência psicológica, isto é rejeição, depreciação, indiferença, discriminação ou desrespeito ao outro por conta de sua sexualidade”. Abaixo, veja as tabelas comparativas em relação aos casos de homofobia na Bahia, no Brasil, em outros países da América e o vídeo com os principais casos de homofobia na Bahia:





Para o presidente do Grupo Gay da Bahia, Luiz Mott, os casos de homofobia não são noticiados pelos veículos de comunicação. Ele ainda explica que as motivações que levam um indivíduo a assassinar um homossexual são “o machismo, a própria violência generalizada da nossa região e à afoiteza, ao risco que os próprios gays e travestis correm mais do que no sul, onde talvez sejam mais cautelosos em selecionar seus parceiros”, ressalta.

O estudante Diego Lima, de 18 anos, deixa claro que o preconceito está presente em todos os lugares, mas ele afirma não se importar com a homofobia que sofre continuamente. “Sempre rola preconceito. O preconceito existe em qualquer local por qualquer pessoa, até dentro da própria família”, afirma.

A psicóloga Iolanda Brandão destaca que os gays que sofrem discriminação por motivação homofóbica “se sentem excluídos, com baixa-estima, amedrontado, angustiado e infeliz”. Ela ainda conta que é fundamental esses indivíduos procurarem ajuda psicológica para solucionar estes problemas causados pela discriminação.

O GGB realiza a campanha Gay vivo não dorme com o inimigo que traz alguns cuidados para os homossexuais não sofrerem nenhum tipo de homofobia. Abaixo, tem algumas dicas para evitar a ocorrência deste crime:





segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Celebridades disparam preconceito contra homossexuais


Alguns artistas e personalidades públicas pisaram na bola quando o assunto é homossexualidade. O caso mais atual foi a da cantora Cláudia Leitte que extravazou o preconceito em declarações cedidas à transformista Léo Áquila. Perguntada sobre o que faria caso o filho dela fosse homossexual, ela disse “eu adoro os gays, mas prefiro que meu filho seja macho”. O marido da cantora, Márcio Pedreira, também foi perguntado sobre o assunto e afirmou com todas as letras que "Deus me livre. Ele será muito bem criado". Ou seja, Cláudia e Márcio contribuem com essa fala para confirmar associações entre a homossexualidade como algo ruim ou negativo. O fato é a má ou boa criação não determinam que um indivíduo será homossexual. Só para lembrar também o Relatório Kinsey deixa claro que, independente de criação, a população mundial é composta por 60% dos indivíduos heterossexuais, 30% bissexuais e 10% homossexuais. A tabela abaixo ilustra melhor esses dados:


Outro caso que gerou polêmica entre os homossexuais e o Grupo Gay da Bahia foram as declarações do integrante da banda Jammil e uma noites Mano Goés publicadas no blog da banda que ele pertence em abril desse ano. Nesse texto, Goés critica os seguidores de cantoras como Daniela Mercury, Ivete Sangalo e Cláudia Leitte. Num trecho da postagem, ele se refere aos fãs dessas cantoras como “bando de viadinho se fosse heróis usariam calcinhas. São sanguessugas feios e aviadados, atrevidos, atrás de ingressos cortesias e fotinhas fofinhas, com seus trejeitos esquisitos e gel fedidos sobre seus penteados ridículos. Esses pseudo-fãs carnívoros são bisonhos. Feios. Chatos. Pulgas. Insetos. São um bando de bosta mesmo, porra. Um super ‘vão-tomar-no-cu’ pra vocês, seus boiolinhas de merda. E aprendam a tomar banho, porque vocês geralmente fedem”. Esse comentário foi bastante questionado por Marcelo Cerqueira, Luiz Mott e vários homossexuais baianos por associar o gay a qualificações negativas.

O que esses artistas desconhecem é que ser homossexual não condiz com esses discursos que eles proferem nos veículos de comunicação. É necessário antes de construir pré-conceitos, procurar conhecer realmente determinados assuntos – entre eles, a homossexualidade – para não acarretar nessas frases infundadas. Esse comportamento é caracterizado como homofobia e pode ser curado com informações verdadeiras sobre a homossexualidade.

Para concluir, repito uma frase citada por Luiz Mott, fundador do GGB, todos os anos durante o desfile das Paradas Gays que ele participa: “É legal ser homossexual!!!”.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Assumidos e enrustidos


Fernando Pessoa já dizia nos versos: “O amor é universal. O sexo é um acidente. Pode ser igual ou poder ser diferente”. Várias celebridades, seguindo como referência o poeta e artistas como Renato Russo, Cássia Eller e Cazuza, assumiram a sexualidade em 2008. Entre eles, o cantor Netinho, em entrevista a revista Quem, declarou que é bissexual. Outra cantora internacional que incitou o lesbianismo foi Kate Perry. Quem nunca ouviu o refrão: “I kissed a girl and I liked it...”. Traduzido para o português: “eu beijei uma garota e gostei disso”. Bastante sugestiva e dançante, a música ocupou o topo das paradas britânicas por vários meses.

No mês passado, Marina Lima declarou para a jornalista Joyce Pascowicth que transou com Gal Costa. A cantora ainda disse que praticou relação sexual com outras artistas, mas nada igual à Gal, a primeira transa homossexual dela. Essa afirmação provocou polêmica entre a classe artística, os meios de comunicação e a sociedade. Após isso, Marina Lima, da mesma forma que Netinho, criticou a repercussão que esse fato tomou em seu blog pessoal.

Dando continuidade às cantoras brasileiras, Daniela Mercury beijou a vocalista do Cheiro de Amor Alinne Rosa durante a gravação do DVD da banda gravado em julho desse ano. O que representou uma manifestação de carinho entre amigas, tornou-se alvo de críticas em toda a imprensa.

A homossexualidade também foi tratada nas novelas e minisséries brasileiras. No início do ano, a minissérie Queridos Amigos tinha um personagem gay e dois travestis. Tratados com uma abordagem humanizada e sem reprodução de estereótipos, a autora Maria Adelaide Amaral está de parabéns com a construção desses personagens.

As novelas do horário nobre da Rede Globo também destacaram a homossexualidade. O enredo de Duas Caras trouxe um gay estereotipado, enquanto a novela A Favorita apresenta uma lésbica super feminina. Enquanto isso, a alta cúpula da Rede Globo não permite a execução do beijo gay nas novelas e seriados da emissora...

Até o reality show Big Brother Brasil trouxe um participante que se afirmou bissexual. O psiquiatra Marcelo, logo na primeira semana do jogo, contou para outras participantes do programa sobre a sua orientação sexual. Mas, ao contrário de Jean Wyllys, Marcelo não levou o prêmio milionário para casa.

A novela Caminhos do coração, exibida pela Rede Record, traz um homossexual bastante estereotipado. Para piorar, esse personagem também confirma o discurso de que todo gay é promíscuo. Um erro grave da emissora, talvez porque o veículo de comunicação pertença à Igreja Universal do Reino de Deus, inimiga declarada do grupo LGBT.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Vitória LGBT nas urnas


Entre os 88 candidatos gays, lésbicas e transgêneros que disputaram as eleições desse ano, apenas quatro foram eleitos no mês de outubro em todo o Brasil. Uma das eleitas que tiveram mais destaque nos meios de comunicação foi, sem dúvida, a ex-dançarina do grupo Saiddy Bamba Leo Kret. A vitória expressiva em Salvador com 12.861 votos geraram várias discussões logo após o resultado, ganhando páginas e mais páginas dos noticiários impresso e online. Isso não ofuscou o brilho da madrinha da Parada Gay de Salvador de 2007. Ao contrário, Leo Kret ganhou fôlego, desmentiu e confirmou várias indagações dos eleitores, sem perder o carisma, a humildade e sequer o rebolado que a tornou conhecida pelo público. No dia 1º de janeiro de 2009, Leo Kret ocupará um das 41 cadeiras da Câmara de vereadores da capital baiana.

Alguns candidatos engajados na defesa do grupo LGBT não tiveram o mesmo sucesso de Leo Kret. A tabela abaixo mostra a quantidade de votos de algumas personalidades relacionadas ao movimento:


Então, permanece a pergunta que algumas personalidades influentes como Jean Wyllys, Luiz Mott e Leandro Colling tentaram responder: O que fez os eleitores soteropolitanos escolherem Leo Kret? O importante não é obter a resposta, mas observar as decisões que Leo Kret tomará na Câmara de Vereadores a partir de 2009.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Se joga nas Paradas, bee!!!

Ao longo desse ano, foram realizadas 108 Paradas de Orgulho LGBT em todo o Brasil, segundo a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABLGT). Somente na Bahia, ocorreu mais de 15 Paradas esse ano, inclusive em Salvador, segundo informações do Grupo Gay da Bahia (GGB). Esse número recorde caracteriza o avanço do movimento homossexual em todo o território nacional. Outro ponto importante é o aumento do número de participantes a cada Parada. Abaixo, confira o resumo das principais Paradas realizadas no Brasil e na Bahia. Clique aqui e veja as imagens dessas Paradas.

A VII Parada do Orgulho Gay de Salvador reuniu cerca de 500 mil pessoas e contou com o desfile de 12 trio-elétricos. O evento teve como tema “Homofobia mata: seu voto vale sua vida” e teve a participação de Luiz Mott, Marcelo Cerqueira, Leo Kret, Darlã Brito (o Mister Bahia Gay 2008) entre outras personalidades.

A I Parada de São Francisco do Conde contou com dois trio-elétricos e teve a apresentação de transformistas locais e muita badalação dos homossexuais. Já a Parada de Lauro de Freitas reuniu cerca de 15 mil pessoas e teve a participação da prefeita da cidade Moema Gramacho, dos representantes do GGB, Grupo Gay de Lauro de Freitas. do Mister Bahia Gay 2008 e de transformistas da região. Enquanto a Parada de Arembepe não contou com o apoio da Prefeitura de Camaçari, a de Mata de São João foi animada e reuniu cerca de 10 mil participantes no evento.

No cenário nacional, destacam-se as Paradas de São Paulo e do Rio de Janeiro, as que atraem maior público às ruas. A 12ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, considerada a maior do mundo, contou com mais de 3 milhões de pessoas na Avenida Paulista. Enquanto isso, a 13ª Parada do Orgulho LGBT do Rio de Janeiro reuniu aproximadamente 1 milhão de participantes na Avenida Atlântica, em Copacabana.

E prepare-se!!! Em 2009, mais Paradas tomarão as principais cidades do país.
Informações utilizadas no texto
Site oficial da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT)
Site oficial do Grupo Gay da Bahia (GGB)
Grupo Arco-íris de cidadania LGBT

Imagens utilizadas no slide show
Site oficial do Grupo Gay da Bahia
Flickrs
Site E-Jovem
Site Unisex